quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Quimera

E no fim, simultaneamente à queda, todo aquele imaginário transbordou.
Com os olhos entreabertos, pude desfrutar da menos utópica rutilância.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Grito desesperado



Leve-me à paz,
Permita-me desfrutar da luz.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pensamento aéreo

O paraíso que a modernidade esconde;
A maravilha que encanta aos olhos;
A paz que energiza o ser,
Por mergulhar-se em imenso prazer.
Entregue-se à vida!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Canto literário de inspiração

Lágrimas de amores
A fazer o sol chegar
Como tudo pede força
Nos seus braços chego a delirar.

Abre o sorriso,
Deixe o canto de solidão,
Vem fazer do meu abrigo
Um ombro amigo.

Duas faces que se encontram
Numa casa aberta e fria
Unem duas almas
Numa só melancolia.
Vagando pelo deserto
Me encanto pelo perfume.
As flores que me rodeiam
Me mostram o dom do amor.

Viverei eternamente
Nessa vida de semente
Fazendo do obscuro o claro
Que me livra do amparo.

Beija-me, perfeição,
Acenda-me esse fogo,
Leve-me para onde for
Na condição de haver amor.

Nos seus braços me encanto,
Por seus sussurros não entro em prantos.
Leve-me para onde for,
Aceite minha flor.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Infinito do além

As Estrelas se mostram rutilantes,
Aparentam trivialmente distantes.
Ao Luar o infinito se encontra,
Sem dolência pelo que se conta.

Chafurdado em cada Fantasia
Mostra a Misteriosa ousadia.

O que há além da Esfera
Reflete-se na Quimera
Onde impera o contraste
Esquecendo-se do desgaste.

Sugestivo, porém obrigatório,
Rege a veracidade do compulsório.
A libertação só pode ser eficiente
Se o pensamento não for demente.

Dia após dia,
Noite beirando o dia.
O que vier depois dessa agonia
Mostrará liberdade sem o dia.